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Bicicletas elétricas ganham espaço como alternativa de transporte em Itaperuna

Uso de bicicletas elétricas cresce e muda a dinâmica do trânsito em Itaperuna As bicicletas elétricas têm se tornado cada vez mais comuns nas ruas de Itape...

Bicicletas elétricas ganham espaço como alternativa de transporte em Itaperuna
Bicicletas elétricas ganham espaço como alternativa de transporte em Itaperuna (Foto: Reprodução)

Uso de bicicletas elétricas cresce e muda a dinâmica do trânsito em Itaperuna As bicicletas elétricas têm se tornado cada vez mais comuns nas ruas de Itaperuna, no Noroeste Fluminense. O que antes era visto principalmente como opção de lazer, hoje se consolida como uma alternativa de transporte para o dia a dia, utilizada por moradores para ir ao trabalho, estudar ou se deslocar pela cidade. Usuários apontam a praticidade e a economia como os principais motivos para a adesão às chamadas e-bikes. Com motor elétrico e pedal assistido, os veículos permitem deslocamentos mais rápidos e com menor esforço físico, principalmente em trajetos urbanos. O crescimento do uso também se reflete nas vendas. Em uma das franquias especializadas da cidade, o número de bicicletas elétricas comercializadas em 2025 foi mais de 70% superior ao registrado em 2024. Segundo comerciantes do setor, a procura aumentou impulsionada pela redução de custos com transporte e pela facilidade no uso diário. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Bicicletas elétricas tem aumento significativo no trânsito em Itaperuna Diego Varsi/g1 Com a popularização das e-bikes, surgem dúvidas sobre as regras de circulação. De acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), há diferenças entre bicicletas elétricas e ciclomotores, e cada tipo de veículo segue normas específicas. Atualmente, podem circular em ciclovias as bicicletas elétricas e os veículos autopropelidos com potência de até mil watts e velocidade máxima de até 32 quilômetros por hora. Nas calçadas, a circulação é permitida apenas em velocidade reduzida, de até seis quilômetros por hora. Já em ciclovias e ciclofaixas, o limite estabelecido é de até 20 quilômetros por hora, visando a segurança de pedestres e ciclistas. Outra dúvida frequente é sobre a necessidade de emplacamento. Conforme a Resolução 996 do Contran, modelos com potência de até mil watts, velocidade máxima de até 32 quilômetros por hora e distância entre eixos de até um metro e trinta centímetros não precisam de emplacamento. Já os veículos que ultrapassam esses limites passam a ser classificados como ciclomotores e exigem emplacamento e Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Autoridades de trânsito reforçam que o uso consciente é fundamental para a segurança. A recomendação é utilizar capacete, respeitar os limites de velocidade e seguir as regras de circulação, para garantir que a mobilidade elétrica continue sendo uma alternativa segura e positiva no trânsito urbano.