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Veja a posição do Brasil em ranking mundial de crescimento do PIB

PIB desacelera, mas cresce 0,5% no 2º trimestre, puxado pela agropecuária, diz IBGE O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu no segundo trimestre de 20...

Veja a posição do Brasil em ranking mundial de crescimento do PIB
Veja a posição do Brasil em ranking mundial de crescimento do PIB (Foto: Reprodução)

PIB desacelera, mas cresce 0,5% no 2º trimestre, puxado pela agropecuária, diz IBGE O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu no segundo trimestre de 2026, mas perdeu força em relação aos três primeiros meses do ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da desaceleração, o país ficou na quinta posição no ranking mundial de crescimento trimestral, de acordo com levantamento da Austin Rating. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Na comparação entre o segundo e o primeiro trimestre de 2026, o Brasil registrou o quinto maior avanço entre as economias analisadas, superando grandes potências e outros integrantes do Brics, como a China, que apareceu na 19ª posição. O resultado foi registrado em um cenário de desaceleração entre os países emergentes, influenciados pelos efeitos do conflito no Oriente Médio. Veja o ranking de crescimento real do PIB no 2º trimestre de 2026: 1º Irlanda: 1,0% 2º Indonésia: 0,9% 3º Angola: 0,7% 4º Malásia: 0,6% 5º Brasil: 0,5% 6º Eslovênia: 0,4% 7º Lituânia: 0,4% 8º Suécia: 0,4% 9º Estados Unidos: 0,4% 10º Sérvia: 0,4% 11º Suíça: 0,4% 12º Cingapura: 0,3% 13º México: 0,3% 14º Tunísia: 0,3% 15º Taiwan: 0,3% 16º Colômbia: 0,3% 17º Turquia: 0,3% 18º Polônia: 0,2% 19º China: 0,2% 20º Canadá: 0,2% Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, o Brasil teve um desempenho positivo ao ocupar a quinta posição no ranking de crescimento trimestral. Segundo ele, o resultado ganha relevância por colocar o país à frente de grandes economias e entre os destaques de um grupo formado majoritariamente por mercados emergentes, especialmente da Ásia. O economista destaca, no entanto, que o segundo trimestre foi marcado por uma desaceleração do crescimento em diversas economias. "É possível observar uma desaceleração generalizada em relação ao primeiro trimestre, quando as taxas de crescimento eram mais elevadas. Grande parte das economias emergentes foi afetada pelos efeitos negativos do conflito no Oriente Médio", afirma. Nesse cenário, Agostini avalia que o Brasil conseguiu apresentar um desempenho relativamente melhor que o de outros países emergentes. Ele ressalta, porém, que o resultado também reflete fatores internos. "O crescimento tem sido impulsionado pela expansão fiscal, o que contribui para a manutenção de juros elevados e de uma inflação ainda pressionada", diz. Para economistas ouvidos pelo g1, o resultado mostra sinais de enfraquecimento do consumo das famílias e de setores ligados ao mercado interno. (leia a análise completa) Brasil pode subir para a 9ª maior economia do mundo em 2027 PIB - Movimentação intensa de consumidores na região de comércio popular da Rua 25 de Março, no centro de São Paulo, na tarde deste sábado, 26 de novembro de 2022. WAGNER VILAS/ESTADÃO CONTEÚDO Já no ranking das maiores economias do mundo, elaborado com base nas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para este ano, o Brasil aparece na 10ª posição, com um PIB nominal estimado em US$ 2,64 trilhões. À frente estão Estados Unidos, China, Alemanha, Japão, Reino Unido, Índia, França, Itália e Rússia. Segundo a Austin Rating, o Brasil deve reduzir a distância em relação à Rússia ainda neste ano e poderá assumir a nona posição no ranking mundial em 2027, caso as projeções se confirmem. As maiores economias do mundo por PIB Nominal (Projeção 2026) Estados Unidos: US$ 32.383,9 bilhões China: US$ 20.851,6 bilhões Alemanha: US$ 5.452,9 bilhões Japão: US$ 4.379,3 bilhões Reino Unido: US$ 4.264,8 bilhões Índia: US$ 4.153,2 bilhões França: US$ 3.596,1 bilhões Itália: US$ 2.738,2 bilhões Rússia: US$ 2.656,5 bilhões Brasil: US$ 2.635,9 bilhões 🔎 O PIB nominal representa o valor total de todos os bens e serviços produzidos por um país a preços correntes, sem descontar os efeitos da inflação. Esse indicador é usado para comparar o tamanho das economias. A consultoria estima que o PIB nominal brasileiro alcance US$ 2,77 trilhões (R$ 14,2 trilhões) no próximo ano, superando o da Rússia, projetado em US$ 2,53 trilhões (R$ 13,0 trilhões). Com isso, o país passaria a ocupar a 9ª colocação, atrás apenas da Itália, cuja economia é estimada em US$ 2,81 trilhões (R$ 14,4 trilhões). As projeções do FMI indicam ainda que o PIB nominal global deve somar US$ 126,3 trilhões em 2026. Desse total, as 15 maiores economias responderão por cerca de US$ 93,9 trilhões, reforçando a concentração da atividade econômica mundial nesse grupo. Ranking projetado das 15 maiores economias em 2027 Estados Unidos: US$ 33.790,0 bilhões China: US$ 21.929,0 bilhões Alemanha: US$ 5.642,2 bilhões Índia: US$ 4.579,1 bilhões Japão: US$ 4.561,6 bilhões Reino Unido: US$ 4.466,1 bilhões França: US$ 3.672,1 bilhões Itália: US$ 2.805,9 bilhões Brasil: US$ 2.766,6 bilhões Canadá: US$ 2.640,4 bilhões Rússia: US$ 2.533,4 bilhões México: US$ 2.222,0 bilhões Austrália: US$ 2.211,3 bilhões Espanha: US$ 2.186,5 bilhões Coreia do Sul: US$ 2.010,5 bilhões